Canta Rosa,
mundo vai,
caminhando,
Vai girando.
Do barco ao trator,
tratorando, vai arando,
o chão da semente,
vai plantando,
regando a bom gosto,
depois do almoço.
Nas terras perdidas,
achadas, escondidas.
De trato e de rosto,
do fogo escaldante,
brilhante, ardente em si.
Pelas casas, vilarejos
nas ruas, ensolaradas,
notas em mi,
de um trompente sagaz,
que grita por ali,
no bar da Suzete
Lá, na vila da Paz.
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