
Desfaz o vento entre pétalas caídas,
Sombra corrente de ar renovado,
De flores formosas, polidas.
Tímpano que ouve o túnel que abraça
Escuta, ao rugir dos tambores
Assobio marcado, de formas e cores
Alegre vivente emana em graça
Desce e deflagra, instante robusto
Som de apara, que vibra e disfarça
Escala o barulho em gotas de branco
Do pão e do trigo à mesa de dama
É chão que separa, lugar de morada
De força e de casa, corte no vidro
Espelho vermelho na sala rosada
É poeira escura no canto amigo
Lar de roseira crua e curada.
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1 comentários:
Dinnoo!!...
Que bonitas palavras!!!
Você está ficando muito bom nisso!!
Parabéns...
Abraços...
Hélio Santos
Uberlândia - MG
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